<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029</id><updated>2011-11-09T08:46:27.168-08:00</updated><category term='linux'/><category term='partição'/><category term='grub'/><category term='java'/><category term='smart card'/><category term='shotwell'/><category term='medibuntu'/><category term='certificado digital'/><category term='programas'/><category term='wine'/><category term='regex-renamer'/><category term='montagem'/><category term='oracle'/><category term='hibernação'/><category term='starcraft'/><category term='instalação'/><category term='warcraft'/><category term='sincronismo'/><category term='sudo'/><category term='linguagil'/><category term='foto'/><category term='sistema de arquivos'/><category term='fspot'/><category term='javaone'/><category term='windows'/><category term='ubuntuone'/><category term='pacote'/><category term='renomeador'/><category term='svn'/><category term='unity'/><title type='text'>Do Windows ao Linux</title><subtitle type='html'>Informações e tutoriais sobre tarefas cotidianas de alguém que sempre usou o Windows mas que finalmente decidiu se aventurar no mundo Linux</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-1568572008753626491</id><published>2011-01-31T09:29:00.000-08:00</published><updated>2011-01-31T09:29:12.090-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='foto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fspot'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='shotwell'/><title type='text'>Shotwell vs F-Spot</title><content type='html'>&lt;p&gt;Mais um pequeno review sobre duas aplicações gerenciadoras de fotos presentes no Ubuntu. Desta vez um comparativo entre elas: F-Spot e Shotwell.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Até a versão 10.04 (Lucid Lynx) do Ubuntu, o gerenciador de fotos padrão era o F-Spot. A partir da versão 10.10 (Marverick Meerkar) a Canonical resolveu substituí-lo pelo Shotwell. O principal motivador é que o Shotwell está mais aderente à arquitetura do Gnome, por não utilizar a tecnologia .NET em sua construção. Como benefício, ele é muito mais leve que o F-Spot. Infelizmente as vantagens param por ai.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todos os principais recursos presentes no Shotwell também são encontrados no F-Spot, algumas vezes com uma interface mais complicada, outras de maneira mais objetiva. Como exemplo, ambos organizam as fotos com o conceito de tags, podem executar operações básicas como recortar, rotacionar, equalizar cores, etc.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Shotwell tem um conceito novo que é o de Eventos. Você pode organizar organizar fotos correspondentes a um evento em uma hierarquia de pastas onde o primeiro nivel representa o ano e o segundo o mês do evento. É possível nomear os eventos também. Tanto o Shotwell quanto o F-Spot possuem uma funcionalidade de ajustar a data/hora da foto, muito útil para organizá-las cronologicamente. Em ambas ferramentas é possível também exportar as fotos para pastas externas, sites da web como o Picasa e Flickr com opções de ajuste da qualidade da foto (para reduzir o tamanho).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Grandes falhas nas funcionalidades do Shotwell me fizeram reconsiderar seu uso. A primeira delas é que uma vez criado um evento, não é possível excluí-lo (pelo menos não pela interface da aplicação). É bom não errar! Outro problema é que uma foto importada não pode mais ser removida da biblioteca, apenas se o arquivo for excluído. Uma outra questão é que caso você edite alguma foto da biblioteca do Shotwell, com uma aplicação externa, a imagem da mesma não será atualizada, permanecendo o antigo &lt;em&gt;thumbnail&lt;/em&gt;. E como não existe uma opção para remover a foto da biblioteca e importá-la novamente, é bom não errar novamente!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Shotwell evoluiu muito e ainda tem um longo caminho pela frente. É uma aplicação promissora que muito provavelmente irá superar o F-Spot em pouco tempo, porém ainda é cedo para efetuar a troca. Os usuários que utilizam o F-Spot de maneira mais intensa podem sentir dificuldade em executar operações básicas como remover fotos da biblioteca ou apagar álbuns. Estou dando uma chance ao Shotwell, mas ainda perco a paciência em algumas tarefas. Espero que na próxima versão eles corrijam estas falhas.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-1568572008753626491?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/1568572008753626491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2011/01/shotwell-vs-f-spot.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/1568572008753626491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/1568572008753626491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2011/01/shotwell-vs-f-spot.html' title='Shotwell vs F-Spot'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-3435636628200289474</id><published>2011-01-16T10:18:00.000-08:00</published><updated>2011-01-16T10:20:18.542-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='unity'/><title type='text'>Unity - Um passo atrás</title><content type='html'>&lt;p&gt;Neste post farei um breve review sobre a nova interface gráfica, presente na versão 10.10 (Maverick Meerkat) para Netbook: A Unity. A versão equivalente para desktop ainda não utiliza esta interface.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando soube das mudanças na interface gráfica para netbooks no Ubuntu 10.10, através de seu site &lt;a href="http://unity.ubuntu.com/"&gt;http://unity.ubuntu.com/&lt;/a&gt; fiquei impressionado com as melhorias feitas: Melhor utilização do espaço na área de trabalho pelas janelas (item importantíssimo para dispositivos com espaço limitado, como é o caso dos netbooks), barra lateral de aplicações mais utilizadas, notificações integradas, dentre outros. A proposta do Unity é de ser uma interface gráfica intuitiva, que utilize bem os recursos do sistema, mantendo uma experiência de uso agradável para o usuário final.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Janelas&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Boa parte das mudanças propostas a Unity consegue alcançar. As janelas de aplicativos ocupam menos espaço na área de trabalho, pois tanto a sua barra de título quanto seus menus estão integrados com o painel superior, junto com os ícones de informações e relógio. &lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TTM0AL0FQDI/AAAAAAAABjk/bRRDkMpf0HY/s1600/unity1.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TTM0AL0FQDI/AAAAAAAABjk/bRRDkMpf0HY/s400/unity1.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;No mundo ideal isto funcionaria perfeitamente, porém na prática não é o que acontece. Para que uma aplicação tome proveito desta barra integrada, ela deve ter sido desenvolvida utilizando corretamente os recursos do Unity,o que ainda não acontece com muitas aplicações, a principal delas é o Firefox. Espera-se que nas próximas versões, mais aplicações estejam compatíveis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um outro ponto negativo é a falta de opções de configurações da interface. Não é mais possível sequer alterar a forma como a data é exibida. A posição dos painéis também é fixa e não pode ser alterada.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Launcher&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;A barra lateral (chamada de Launcher) é onde ficam os atalhos para iniciar rapidamente os aplicativos mais utilizados. É nela também que fica a indicação das aplicações já iniciadas (substituto da antiga barra de janelas). É um conceito também utilizado no novo Windows 7, a diferença é que neste a barra é inferior. A barra lateral aproveita melhor a tela ampla presente na grande maioria dos netbooks.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também neste quesito algumas falhas de usabilidade podem ser apontadas. Quando uma aplicação está sendo iniciada, seu ícone aparece nesta barra com uma leve luz branca pulsante. Se o usuário não for atento ele poderá achar que nada está acontecendo e tende a clicar novamente no botão.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Programas&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Para acessar os programas instalados pode-se fazê-lo através de dois caminhos: utilizando o botão do Ubuntu na parte superior esquerda da janela ou através do Launcher -&gt; Aplicativos. Em ambos os casos os programas estarão organizados em categorias e existe também um campo para pesquisa pelo nome.&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TTM0DtKj_fI/AAAAAAAABjo/xmSsDsYJS9Y/s1600/unity2.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TTM0DtKj_fI/AAAAAAAABjo/xmSsDsYJS9Y/s400/unity2.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Novamente críticas neste ponto: as categorias não são totalmente correspondentes com as versões anteriores e muitos aplicativos não se encaixarão em nenhuma delas, só podendo ser acessado através da opção "Todas Aplicações" ou pela busca. Ao acionar uma aplicação, todo caminho que você fez para chegar até ela será perdido, tendo que refazê-lo caso deseje abrir mais alguma aplicação daquela categoria.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Arquivos&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;O Unity trás uma nova visualização para o sistema de arquivos, que pode ser acessado também pelo Launcher. Esta visão por padrão irá mostrar os arquivos do perfil de usuário, os arquivos visualizados mais recentes, além de visões por tipo de arquivos (documentos, áudio, vídeo, etc). Basta clicar no arquivo / pasta para abrí-lo. Possui também um campo para localização rápida de arquivos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para mim este foi o recurso mais inútil de todos. A pesquisa por arquivos não é rápida, os itens recentemente acessados acabam poluindo a janela, não podendo ser limpados e não é possível executar nenhum tipo de operação nos arquivos por esta visão (excluir, mover, renomear)! Para isto ainda existe o acesso ao Nautilus através de um pequeno botão com o ícone de uma pasta na parte superior. Muitos nem notarão!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma questão curiosa é que as teclas de atalhos, como ALT+TAB, CTRL+ALT+L (bloquear), CTRL+ALT+D (exibir desktop) não funcionaram enquanto a visão de programas ou arquivos estiver ativa.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Conclusão&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Para completar, o Unity ainda está bastante instável, ocorrendo com uma certa frequência travamentos. O sistema automaticamente reconhece e reinicia a interface, mas ainda assim é um incomodo para o usuário ver que todos os botões somem da tela por alguns segundos (até serem restaurados)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Unity tem tudo para ser uma grande interface gráfica, mas ainda precisa de muitas melhorias. Acho que a estratégia da Canonical em colocar esta interface inicialmente (e tão prematuramente) apenas na versão para netbook foi em forçar os usuários a utilizarem e gerarem um feedback para que boas melhorias sejam feitas. Espero que na próxima versão do Ubuntu (Natty Narwhal 11.04) este "passo atrás" se torne "dois para frente".&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-3435636628200289474?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/3435636628200289474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2011/01/unity-um-passo-atras.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/3435636628200289474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/3435636628200289474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2011/01/unity-um-passo-atras.html' title='Unity - Um passo atrás'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TTM0AL0FQDI/AAAAAAAABjk/bRRDkMpf0HY/s72-c/unity1.png' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-8337136588700179874</id><published>2010-12-10T08:47:00.000-08:00</published><updated>2010-12-10T08:47:58.329-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='java'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='javaone'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='oracle'/><title type='text'>JavaOne no Brasil</title><content type='html'>&lt;p&gt;Apesar deste blog não ser sobre Java, este post será dedicado ao mesmo, pois é uma das minhas paixões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aconteceu esta semana (7 a 9 de Dezembro) um evento muito aguardado por toda a comunidade Java: o JavaOne no Brasil. Este ano com a aquisição da Sun pela Oracle, esta última conseguiu realizar o JavaOne em São Paulo, em conjunto com dois outos eventos de maior porte: Oracle Open World e Oracle Developer. O público alvo atingia toda a américa latina.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tive a oportunidade de participar deste evento e gostaria de relatar um pouco sobre o mesmo, sem entrar em detalhes técnicos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De inicio pude perceber que o público presente superou e muito a expectativa da Oracle. Foram mais de mil inscritos e o evento não estava dimensionado para tal. As palestras do primeiro dia pela manhã foram no maior auditório de todos (o Keynote Hall) e boa parte dos participantes teve que ficar em pé. Diversos assuntos foram tratados, falando sobre o direcionamento estratégico da Oracle, sobre sua aquisição da Sun, novos produtos, o futuro do Java, etc, inclusive com a participação do presidente da Oracle.&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJYlZHaeyI/AAAAAAAABgg/se9k_iWNNDI/s1600/DSC08926.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="222" src="http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJYlZHaeyI/AAAAAAAABgg/se9k_iWNNDI/s320/DSC08926.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;À tarde as palestras já estavam divididas em auditórios separados para cada evento. Os auditórios para as palestras sobre Java estavam em um anexo ao prédio principal. Mais uma vez as salas não estavam dimensionadas para a quantidade de inscritos. As palestras ficavam lotadas e muita gente tinha que ficar em pé. No entanto o conteúdo das palestras estava muito bom e superou minha expectativa em muitas delas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foram apresentadas diversas novas tecnologias relacionadas com o Java, novas especificações para desenvolvimento de aplicações web, interfaces ricas, dispositivos móveis, até mesmo automação residencial com Java e opensource hardware, esta última tendo que ser repetida por dois dias dada a quantidade de pessoas que queria assistir. Além disto algumas salas estavam equipadas com notebooks para a realização de algumas práticas bem interessantes, com o JavaFX, JEE 6, etc.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como sempre, observei o sistema operacional utilizado pelos palestrantes em seus computadores. Um fato curioso e inesperado por mim é que a grande maioria deles utilizava um MacBook. Alguns outros utilizavam o Linux, sendo sempre o Ubuntu como distribuição, e apenas uns dois estavam utilizando o Windows (7). Isto mostra que pelo menos na nossa área o mercado está bem diversificado.&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJYqWGs_TI/AAAAAAAABgk/P4HN5H0Xa-g/s1600/DSC08930.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJYqWGs_TI/AAAAAAAABgk/P4HN5H0Xa-g/s320/DSC08930.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Infelizmente o sentimento ao fim do evento é que o JavaOne no Brasil existiu apenas como algo menosprezado em sua organização. Apesar do conteúdo ter sido bom, o local não oferecia o conforto adequado, era preciso ficar na fila por até 30min esperando entrar na sala para conseguir uma cadeira para sentar. Espero que com a demonstração da presença em massa da comunidade a Oracle repita este evento próximo ano mas dando a devida atenção à sua importância.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-8337136588700179874?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/8337136588700179874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2010/12/javaone-no-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/8337136588700179874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/8337136588700179874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2010/12/javaone-no-brasil.html' title='JavaOne no Brasil'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJYlZHaeyI/AAAAAAAABgg/se9k_iWNNDI/s72-c/DSC08926.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-8645662862628459203</id><published>2010-11-01T07:28:00.000-07:00</published><updated>2010-11-01T07:28:49.361-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ubuntuone'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sincronismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='svn'/><title type='text'>Solução para seus problemas de sincronismo</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Opções de Sincronismo de Arquivos&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Desde que passei a utilizar mais de um computador com o Ubuntu, senti falta de uma ferramenta realmente integrada ao sistema que fizesse o sincronismo dos meus arquivos pessoais entre estes computadores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Minha primeira solução foi criar um repositório do SVN no meu computador desktop e colocar todos os arquivos / pastas que me interessam lá. Depois era só executar um checkout / update em cada computador que utilizo. Funciona perfeitamente. É seguro pois utilizei através de uma conexão HTTPS, é rápido no sincronismo além de manter um histórico das versões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um problema desta solução é que utilizava meu próprio computador como repositório. Isto implicava em mantê-lo ligado sempre que precisava realizar algum sincronismo a partir de computadores remotos. Um outro problema é que precisava de espaço em disco para o próprio repositório o que implica em ocupar pelo menos o dobro de espaço em disco no computador principal (repositório + arquivos em checkout).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma outra questão é que sempre que criava novos arquivos, tinha que adicioná-los manualmente ao repositório, além de frequentemente executar commits e update para manter tudo sincronizado. O esquecimento era sempre um fator que causava problemas quando precisava de um arquivo que estava em outro computador.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Existem diversas soluções "gambiarra" para o problema de sincronismo. Basta fazer uma rápida pesquisa na web que encontra-se dezenas de opções utilizando aplicações livres e pagas. Existe uma solução mais adequada para este problema.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;O Ubuntu One&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;A Canonical, empresa "por tras" do Ubuntu, criou um serviço que vai muito além do sincronismo de arquivos entre computadores. A proposta é criar um ambiente virtual (computação nas nuvens) onde o usuário do Ubuntu possa armazenar não só seus arquivos como também contatos, e-mails, calendário, músicas, etc. É possível também compartilhar estes arquivos com outras pessoas, criando um ambiente colaborativo. Inicialmente o usuário pode utilizar a conta básica, que lhe dá um espaço virtual de 2GB e caso ele precise de mais, pode-se pagar para adquirir um pacote extra de 20GB (ou múltiplos). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desde a versão 9.10 o Ubuntu já possui uma integração nativa com o serviço do Ubuntu One. A primeira integração ainda era muito simplória, e permitia sincronizar arquivos que estivessem apenas em uma pasta específica, denominada "Ubuntu One" dentro da pasta pessoal. Com o lançamento da versão 10.04, melhorias foram feitas que permitiram a livre escolha dos arquivos a serem sincronizados.&lt;/p&gt;&lt;h4&gt;Primeiros Passos&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;O primeiro passo é criar uma conta no site do &lt;a href="https://one.ubuntu.com/"&gt;Ubuntu One&lt;/a&gt;. Após criada esta conta, será necessário cadastrar os computadores que terão acesso à área de sincronismo. Isto deve ser feito a partir de cada um dos computadores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um tutorial completo está presente no &lt;a href="https://wiki.ubuntu.com/UbuntuOne/Tutorials/Setup"&gt;Wiki&lt;/a&gt; do Ubuntu, onde é possível também encontrar FAQ, tutoriais em vídeo e muito mais. Tudo muito bem documentado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Após criar a conta e registra os computadores, é só selecionar as pastas que deseja sincronizar. Todos os arquivos e sub pastas da pasta escolhida serão sincronizados. Caso deseje sincronizar uma pasta pai de alguma já sincronizada, é necessário desmarcar todas as filhas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim é só aguardar até todos os arquivos sejam enviados para o servidor. Esta operação pode levar bastante tempo. O tamanho e a quantidade de arquivos influenciam muito, principalmente o segundo. Isto mesmo, a quantidade de arquivos (mesmo sendo pequenos) influencia bastante o tempo de upload.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É possível acessar o site do Ubuntu One para verificar os arquivos que já foram transferidos. Através desta interface também a possível adicionar novos arquivos, excluir e compartilhar com outras pessoas. A imagem abaixo mostra a tela inicial de sua conta no Ubuntu One&lt;/p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TM308NzcAzI/AAAAAAAABdo/qtCAqD-E9ek/s1600/ubuntuone.png" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="156" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TM308NzcAzI/AAAAAAAABdo/qtCAqD-E9ek/s400/ubuntuone.png"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;h4&gt;Recomendações&lt;/h4&gt;&lt;ul&gt;  &lt;li&gt;Se mais de um usuário utiliza o Ubuntu, crie uma conta no Ubuntu One para cada um. O sincronismo de arquivos do Ubuntu One é baseado em perfis de usuário.&lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Alguns bugs ainda estão presentes. É comum tentar acessar a interface web do Ubuntu One e se deparar com uma mensagem de erro. Não encontrei uma solução adequada. Apenas executando um logoff / login de meu usuário que consegui contornar este problema.&lt;/li&gt;  &lt;li&gt;A primeira sincronia pode demorar bastante tempo (no meu caso demorou quase 2h devido à quantidade de arquivos). Tenha paciência e deixe o computador ligado até que esteja concluída.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;h3&gt;Conclusão&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;O Ubuntu One é uma excelente solução para sincronia de arquivos. É totalmente integrado, simples de usar (quando não acontecem erros) e resolve muitos dos problemas que citei com minha solução do SVN.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por ser algo relativamente novo, muita coisa ainda precisa ser melhorada, como interface para administração e consulta do estado de sincronismo de arquivos (que existia mas foi retirada). Um outro ponto é não existir uma forma de forçar o sincronismo imediato. Caso precise sempre de algo imediato, esta não é a melhor solução.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo com os pontos negativos, o Ubuntu One atendeu bem aos meus requisitos e por isto estou utilizando-o para sincronizar meus documentos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-8645662862628459203?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/8645662862628459203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2010/11/solucao-para-seus-problemas-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/8645662862628459203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/8645662862628459203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2010/11/solucao-para-seus-problemas-de.html' title='Solução para seus problemas de sincronismo'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TM308NzcAzI/AAAAAAAABdo/qtCAqD-E9ek/s72-c/ubuntuone.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-5786497762551276263</id><published>2010-09-12T16:31:00.000-07:00</published><updated>2010-09-12T16:32:37.204-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='starcraft'/><title type='text'>Starcraft 2 no Ubuntu</title><content type='html'>&lt;p&gt;Sou fã de Starcraft, tenho quase todos os livros lançados e não via a hora de sair a sequência. Pois bem, recentemente a Blizzard finalmente lançou Starcraft II, Wings of Liberty.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alguns meses atrás um colega meu conseguiu uma "key" para este jogo em fase beta. Fiz o download do mesmo utilizando o aplicativo indicado (Blizzard Downloader), tudo pelo Ubuntu com o Wine. Após algumas horas de espera, o jogo estava pronto para ser instalado. A instalação no Ubuntu transcorreu sem problemas. O jogo iniciava, a tela de login na Battle.net aparecia, mas ao tentar se autenticar o jogo era encerrado sem maiores satisfações... Fiz uma busca em fóruns para tentar encontrar uma solução, encontrei outras pessoas com o mesmo problema, mas todos sem solução. Desta vez tive que apelar para o velho Windows XP (sim, apesar de tudo eu mantenho um dual boot para jogos) para conseguir jogar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Me decepcionei um pouco com o jogo, esperava que as mudanças fossem mais radicais. Claro, a interface foi toda alterada e está deslumbrante, porém a jogabilidade em geral continua a mesma. Não que isto seja ruim, eu só esperava mais...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando o jogo foi oficialmente lançado não fiz a compra de imediato. Em parte isto foi devido à decepção do Beta. Por outro lado a Blizzard dividiu o jogo em regiões e a compra do jogo tinha que ser feito em uma destas regiões, o que restringia o jogo online na Battle.net. Aqui no Brasil, o jogo é vendido para a região da América Latina, ou seja, você só poderá jogar online com outras pessoas desta mesma região. Isto também limita a língua do jogo, no caso, disponível apenas em Português (não vou entrar neste mérito, mas a dublagem em Stracraft 1 estava péssima). Além disto a versão vendida nas lojas é uma especie de "trial" de 6 meses (&lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/game-starcraft-2-desbloqueado-sai-por-105-re-28072010-53.shl" target="_new"&gt;confira&lt;/a&gt;)! Porém, nem tudo está perdido. É possível adquirir o jogo online, desta forma não existe a limitação de tempo (porém é mais caro). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como se trata de Starcraft 2, não pude deixar de comprá-lo. Fiz isto semana passada. Ao adquirir o jogo é necessário escolher a região (não tem como evitar). Escolhi a região da América Latina, pois meus outros amigos também compraram nesta região. Infelizmente desta forma as opções de língua são apenas duas: Espanhol ou Português. Já que não pode ser em Inglês, que seja em Português! Engano meu... Mais à frente explico porquê. Escolhi o jogo em português e baixei o aplicativo Blizzard Downloader, mesma coisa que no Beta. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na realidade o Blizzard Downloader nada mais é do que um P2P específico para o jogo. Muito esperta ela, você paga R$ 105,00 no jogo online e na hora de fazer o download estará obtendo os pacotes de outras pessoas (e vice versa!). Tudo bem que uma das conexões de download é do servidor da Blizzard, mas ela permite baixar somente até 2GB, sendo o jogo completo são 7,5GB!!! Qualquer outro jogo eu já teria desistido, mas como é Starcraft... &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Inicio o download e aguardo alguns minutos para observar a velocidade. Possuo uma conexão de 10mbps, logo imaginei que o download pudesse chegar pelo menos próximo disto. Mais um engano... Nos primeiros 2GB estava bem rápido, ~500KB/s. Após isto a conexão com o servidor da Blizzard foi desativada e passei a baixar apenas de outras pessoas. A partir daí a velocidade desabou para 50-100kbps. E como se já não bastasse, quando, com muito sacrifício, consegui atingir 4GB baixados, o aplicativo resolveu se recusar a funcionar, informando que o download não estava mais autorizado! Tentei recomeçar de onde parou, mas não adiantou, tive que apagar tudo e começar de novo! Mas desta vez fiz diferente. Olhei as opções e percebi que existia uma forma de desativar a conexão P2P, mantendo apenas a do servidor da Blizzard. Foi o suficiente para que em poucas horas todo o jogo estivesse pronto para ser instalado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como eu havia baixado o jogo no Linux e deveria instalá-lo no Windows resolvi gravar um DVD dupla camada (a instalação tem 1 arquivo de 7GB). Minha partição do Windows não tinha espaço suficiente para a instalação + jogo instalado. Fui para o Windows, executei a instalação a partir do DVD e... nada.... nem uma mensagem de erro, nada! O jogo simplesmente não instala a partir do DVD! Mais uma patada da Blizzard.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Teria muito trabalho em liberar espaço na partição do Windows e não estava com vontade de fazê-lo naquele momento. Então voltei para o Ubuntu e pensei: porque não... Resolvi instalar aqui mesmo no Linux. Antes de começar olhei no site do Wine sobre a compatibilidade de Starcraft 2 com o Ubuntu (&lt;a href="http://appdb.winehq.org/objectManager.php?sClass=version&amp;iId=20882" target="_new"&gt;confira&lt;/a&gt;). Classificado como Gold, melhor do que o beta (Silver). Nenhum problema foi detectado durante a instalação, o texto dos botões apareceram normalmente, mas o texto das imagens não. Só teve um pequeno detalhe que eu não estava acreditando: baixei o jogo en ESPAÑOL! Já não bastava todos os problemas eu fiz burrice de baixar em espanhol. Devo ter esquecido de selecionar a língua correta quando tentei fazer o download pela segunda vez.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Terminada a instalação iniciei o jogo (realmente estava em espanhol). Demorou um pouco mas funcionou normalmente. O jogo manteve a resolução corrente (1680x1050), o que deixou um pouco lento. Fui nas opções e ele mesmo sugeriu utilizar 1400x1050. Troquei e ficou ótimo. Joguei uma partida da campanha solo e tudo funcionou perfeitamente (fora algumas travadas eventuais, mas que não atrapalharam a jogabilidade). Finalmente alguma coisa estava dando certo! E o melhor, achei ótimo o jogo estar em espanhol! A tradução foi bem feita e desta forma também pratico um pouco, hehe. Me senti em Cuba (Mar Sara) jogando com Chê (Jim Raynor) fazendo la revolución!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Faltava ainda testar o multiplayer. Chamei um colega meu para jogarmos. Tentei utilizar o recurso de conversa por áudio do jogo, mas não consegui. Não sei se realmente não funciona ou se fiz alguma configuração errado. Ainda vou tentar outras opções. De qualquer forma utilizei o Empathy para conversar através da rede do gtalk. Primeira vez que utilizei este programa e tudo funcionou perfeitamente de primeira sem configuração alguma! Jogamos 3 partidas online sem problema algum! &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Conclusão: &lt;/b&gt;O jogo mais esperado do ano funciona no Ubuntu (os testes foram realizados no Lucid Lynx 10.4 com uma placa Nvidia Geforce 9600 GT), singleplayer, multiplayer e com uma boa resolução.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Hasta la victoria siempre!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-5786497762551276263?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/5786497762551276263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2010/09/starcraft-2-no-ubuntu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/5786497762551276263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/5786497762551276263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2010/09/starcraft-2-no-ubuntu.html' title='Starcraft 2 no Ubuntu'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-1848992885183673815</id><published>2010-02-01T10:22:00.000-08:00</published><updated>2010-02-01T10:23:30.217-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='regex-renamer'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pacote'/><title type='text'>Pacotes do Renomeador de Arquivos</title><content type='html'>&lt;p&gt;Para facilitar o uso e instalação do renomeador de arquivos que desenvolvi, construí um pacote de instalação para o Ubuntu. Este pacote cria um item no menu de acessórios e também um item no menu de contexto de pastas do Nautilus, para facilitar o acesso à aplicação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para instalá-lo no Ubuntu, é necessário antes registrar meu repositório do Launchpad. Para tal, siga os passos descritor &lt;a href="https://launchpad.net/~renatoccosta/+archive/renatoccosta"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois de registrado, é só utilizar algum gerenciador de pacote (o Synaptic por exemplo) e localizar o pacote &lt;code&gt;regex-renamer&lt;/code&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois de instalado, provavelmente será necessário refazer o login. Isso acontece caso seja a primeira vez que você está instalando o Nautilus-actions, uma extensão responsável por criar o menu de contexto do Regex-Renamer no Nautilus.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Seguindo os comentários de um amigo meu, o &lt;a href="http://code.google.com/p/regex-renamer/"&gt;Regex-Renamer&lt;/a&gt; também estará futuramente disponível no &lt;a href="http://superdownloads.uol.com.br/"&gt;Superdownloads&lt;/a&gt;, como forma de divulgar o produto.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-1848992885183673815?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/1848992885183673815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2010/02/pacotes-do-renomeador-de-arquivos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/1848992885183673815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/1848992885183673815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2010/02/pacotes-do-renomeador-de-arquivos.html' title='Pacotes do Renomeador de Arquivos'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-4248324152419634100</id><published>2010-01-14T09:08:00.000-08:00</published><updated>2010-01-14T09:08:29.274-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='regex-renamer'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='renomeador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='programas'/><title type='text'>Renomeador de Arquivos</title><content type='html'>&lt;p&gt;No Windows eu utilizava um programinha chamado &lt;a href="http://www.beroux.com/english/softwares/renameit/"&gt;RenameIt&lt;/a&gt; que facilitava muito minha vida quando eu precisava renomear uma grande quantidade de arquivos que seguiam um mesmo padrão, como nome de fotos, arquivos de músicas, dentre outros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No Linux tratei logo de procurar uma aplicação equivalente. Existem várias! Alguns exemplos: &lt;a href="http://gprename.sourceforge.net/index.php"&gt;GPRename&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.krename.net/"&gt;KRename&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.infinicode.org/code/pyrenamer/"&gt;PyRenamer&lt;/a&gt;. Porém nenhuma delas tinha a mesma flexibilidade na forma de renomear os arquivos, pois elas não utilizavam expressões regulares para fazer a busca e substituição de trechos dos nomes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Era possível utilizar o RenameIt no Linux, através do Wine, porém eu prefiro deixar para utilizar programas do Windows no Linux apenas em último caso. Como eu já não estava tão satisfeito com o RenameIt (existiam algumas situações que ele não me ajudava), resolvi fazer o meu próprio "renomeador de arquivos".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os que não sabem, sou desenvolvedor Java a alguns anos já. Portanto utilizei o mesmo como linguagem de programação para criar o "meu" renomeador. Aproveitei para fazê-lo da maneira que quisesse. Por ser Java, funciona em qualquer sistema operacional que tenha sua máquina virtual, isso inclui o Linux e Windows (ambos testados)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para poder obtê-lo acesse este &lt;a href="http://code.google.com/p/regex-renamer/"&gt;site&lt;/a&gt;. Lá você encontra na seção de downloads o programa já compilado e seus fontes. Na seção de Wiki você encontra a documentação de como utilizá-lo. Admito que não é um programa muito simples para aqueles que não tem conhecimento sobre expressões regulares, porém para aqueles que sabem este é um aplicativo bem flexível nas regras de renomear.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-4248324152419634100?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/4248324152419634100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2010/01/renomeador-de-arquivos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/4248324152419634100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/4248324152419634100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2010/01/renomeador-de-arquivos.html' title='Renomeador de Arquivos'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-2068447352741540532</id><published>2010-01-13T16:27:00.000-08:00</published><updated>2010-01-13T16:27:02.748-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pacote'/><title type='text'>Arquitetura de Pacotes do Debian - Introdução</title><content type='html'>&lt;p&gt;Este post pode ser um pouco mais "denso" para os iniciantes, porém vou tentar ser o mais claro possível. A idéia é mostrar uma visão da arquitetura de toda a infra-estrutura de pacotes que a distribuição Debian e suas derivações (Ubuntu é uma delas) utilizam.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como já havia citado em posts anteriores, as distribuições Linux, em seus primórdios, tinham sérios problemas com relação a instalação de novos programas e bibliotecas. Quase sempre era necessário compilá-los e isso era uma dor de cabeça para os menos experientes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com o passar dos anos as distribuições evoluíram neste ponto. Muitas delas passaram a utilizar uma arquitetura onde os programas eram distribuídos dentro do conceito de pacote. Este pacote, fazendo uma analogia com o Windows, seria um instalador automático deste programa. O desenvolvedor que quisesse que sua aplicação fosse facilmente instalada em determinada distribuição, criaria um pacote seguindo as especificações necessárias. Desta forma um usuário baixaria este pacote e instalaria em sua máquina.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como o Ubuntu é baseado no Debian, o primeiro também utiliza a mesma especificação de pacotes do Debian (conhecido como pacotes 'deb'). Existem outras especificações utilizadas por outras distribuições, como a RPM, originalmente utilizada pela Red Hat. Cada uma delas possui características e recursos próprios. Eu vejo esta "diversidade" de padrões como um problema para os desenvolvedores. Imagine você desenvolvendo um programa e querendo que este tenha uma ampla divulgação por todas as distribuições Linux. Seria necessário criar um pacote para cada formato que as distribuições utilizam (considerando, é claro, que você queira fazer algo de qualidade). Vou então focar na arquitetura dos pacotes do Debian.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um pacote do 'deb' contém os arquivos binários do programa em questão (se o programa foi escrito em uma linguagem compilável) além de arquivos de controle, responsáveis pela descrição do pacote e sua instalação / desinstalação. O pacote em sí não é um executável, porém dentro dele existem scripts que são executados durante a instalação / remoção do pacote.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Até então esta estrutura se assemelha bastante aos instaladores existentes no Windows. Você tem um "programa" que ao ser executado, instala um outro programa&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No Windows, cada fabricante de software cria um instalador para seus produtos com características próprias. Ele pode até utilizar ferramentas de mercado para criar estes instaladores, porém no fim cada um tem sua própria aparência (interface com o usuário), etapas distintas do processo de instalação e resultados completamente diferentes (sem contar aquela velha tela pedindo para reiniciar o Windows).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No caso das distribuições baseadas no Debian, elas se beneficiam com a existência de um padrão formal para a construção de "instaladores" (os chamados pacotes). As vantagens de um formato único são inúmeras:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;  &lt;li&gt;Facilidade de reaproveitamento de pacotes através de dependências. A especificação de pacotes do Debian permite que o criador referencie outros pacotes como dependências do programa. Isto faz com que cada pacote fique menor, já que o código das dependências não precisam estar ali contidas.&lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Existência de um (ou mais) repositório central de aplicações. A distribuição do Ubuntu possui um repositório de pacotes na internet que pode (e deve) ser utilizado para buscar e baixar pacotes de programas que o usuário deseje instalar. É através deste repositório que quando um pacote faz referências a outros pacotes, todas estas dependências podem ser facilmente resolvidas, eliminando a "dor de cabeça" citada no inicio do post.&lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Facilidade na atualização dos pacotes sempre que novas versões estejam disponíveis. Esta é uma vantagem decorrente do repositório central. Quando uma nova versão está disponível no repositório, a opção de atualização é disponibilizada para o usuário.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Distribuições (como o Debian e o Ubuntu) transformaram uma deficiência existente nos sistemas Linux quando comparados com o Windows, na questão de distribuição de programas, em uma vantagem! Isso foi possível através da arquitetura de pacotes padronizados e todos seus benefícios inerentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isto é apenas uma pequena parte de toda a arquitetura de pacotes do Debian. Nos próximos posts vou me aprofundar em tópicos como repositórios de pacotes, utilitários existentes, criação de pacotes, etc.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-2068447352741540532?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/2068447352741540532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2010/01/arquitetura-de-pacotes-do-debian.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/2068447352741540532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/2068447352741540532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2010/01/arquitetura-de-pacotes-do-debian.html' title='Arquitetura de Pacotes do Debian - Introdução'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-6438095738725852476</id><published>2009-12-09T04:22:00.000-08:00</published><updated>2010-09-12T16:33:04.837-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='warcraft'/><title type='text'>Jogando Warcraft 3 (incluindo Battle.Net) no Linux</title><content type='html'>&lt;p&gt;Um dos meus passatempos preferidos sempre foi jogar Warcraft 3 online, na Battle.Net. Com a minha decisão em migrar para o Linux, este jogo foi um dos pontos de teste de compatibilidade. Desenvolvido originalmente apenas para Windows e MacOs, Warcraft 3 só poderia ser utilizado no Linux com a ajuda do Wine.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fazer Warcraft 3 funcionar no Linux é muito fácil. O problema é fazê-lo funcionar com boa performance, em tela cheia, e acessando a Battle.Net!&lt;/p&gt;&lt;h1&gt;Executando Warcraft 3&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;O primeiro passo é fazer o Warcraft 3 funcionar. Se você seguiu minhas instruções do post "&lt;a href="http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/aparando-as-arestas.html"&gt;Aparando as arestas&lt;/a&gt;", já deve ter instalado o Wine mais novo (na época de publicação deste post era a versão 1.1.33). Com esta versão é possível executar o jogo, porém infelizmente não é possível se conectar à Battle.Net. O problema se deve a um erro de implementação do Wine na função &lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;AcceptEx&lt;/span&gt; da biblioteca de &lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;Socket&lt;/span&gt;. Mais informações sobre este erro podem ser encontradas neste &lt;a href="http://bugs.winehq.org/show_bug.cgi?id=9787"&gt;link&lt;/a&gt; para o bug tracking.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já li em alguns fóruns que em versões anteriores do Wine (0.9.X) a Battle.Net no Warcraft 3 funcionava. Mas a solução que utilizarei não será voltar para uma versão tão antiga assim. Na realidade existem três soluções testadas por mim:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;  &lt;li&gt;Utilizar a aplicação PlayOnLinux para instalar o jogo e o Wine já com as correções necessárias.&lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Obter o fonte de uma versão do Wine que já vem com a correção do AcceptEx e compilá-lo;&lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Obter uma versão compilada do Wine que já vem com a correção do AcceptEx;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;h2&gt;PlayOnLinux&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Falar desta aplicação pode ser assunto para um post inteiro. A proposta dela é possuir uma base de informações, através de scripts, sobre diversos programas do Windows (incluindo jogos). Estes scripts funcionam como assistentes para instalação e configuração destes programas no Linux.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No caso de Warcraft 3: ROC e Warcraft 3 TFT, os scripts guiam a instalação do jogo, atualização dos patches (ele inclusive baixa da internet o patch mais novo para você!) e também se encarrega de criar uma cópia do Wine mais novo e aplicar o patch de correção do AcceptEx.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É uma solução excelente, principalmente para os iniciantes, por ser totalmente automatizada. Mais informações você encontra no site do &lt;a href="http://www.playonlinux.com/"&gt;PlayOnLinux&lt;/a&gt;. As instruções para instalação no Ubuntu, você encontra &lt;a href="http://www.playonlinux.com/en/download.html#ubuntu"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Aconselho instalar registrando um novo repositório de acordo com sua versão do Ubuntu (Karmic, Jaunty ou Hardy). Eu utilizei o Jaunty.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;Compilando o Wine&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Uma outra opção, se você gosta de fortes emoções, é baixar os fontes do Wine que já estão com o patch do AcceptEx e compilá-lo. Siga as instruções (todos os comandos devem ser executados no terminal):&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;  &lt;li&gt;Baixe e instale o GIT. Você irá utilizá-lo para baixar os fontes alterados do Wine.&lt;/li&gt;  &lt;code&gt;$sudo apt-get install git&lt;/code&gt;  &lt;li&gt;Baixe os fontes alterados do Wine&lt;/li&gt;  &lt;code&gt;$cd ~  $git clone git://repo.or.cz/wine/war­craft3.git wine-war3&lt;/code&gt;  &lt;li&gt;Obtenha as dependências de compilação do Wine&lt;/li&gt;  ­&lt;code&gt;$sudo apt-get build-dep wine&lt;/code&gt;  &lt;li&gt;Instale o libgnutls-dev (é possível que você já tenha instalado)&lt;/li&gt;  &lt;code&gt;$sudo apt-get libgnutls-dev&lt;/code&gt;  &lt;li&gt;Aplique o patch do AcceptEx nos fontes baixados&lt;/li&gt;  &lt;code&gt;$cd ~/wine-war3 $tools/make_requests&lt;/code&gt;  &lt;li&gt;Configure a compilação para forçar a utilização do gnutls&lt;/li&gt;  &lt;code&gt;$./configure --with-gnutls&lt;/code&gt;  &lt;li&gt;Finalmente compile o Wine. Este processo demora vários minutos.&lt;/li&gt;  &lt;code&gt;$make depend$make&lt;/code&gt;  &lt;li&gt;Por fim execute Warcraft utilizando o Wine recém compilado&lt;/li&gt;  &lt;code&gt;$~/wine-war3/wine "C:\Program Files\Warcraft III\Frozen Throne.exe"&lt;/code&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;OBS: o símbolo '$' é para representar o inicio da linha de comando. Não precisa digitá-lo no terminal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este método só é aconselhável para quem tem mais experiência com o Linux&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;Instalando o Wine "alterado"&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Nesta opção você deve inicialmente desinstalar a versão do Wine (caso você possua alguma instalada). Vamos configurar um novo repositório que possui uma versão do Wine alterada com a correção do AcceptEx.&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;  &lt;li&gt;Remova o Wine instalado:&lt;/li&gt;  &lt;code&gt;$sudo apt-get remove wine&lt;/code&gt;  &lt;li&gt;Se você adicionou o repositório oficial do Wine á sua lista, remova-o&lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Abra o arquivos de fontes do apt:&lt;/li&gt;  &lt;code&gt;$sudo gedit /etc/apt/sources.list&lt;/code&gt;  &lt;li&gt;Adicione a seguinte linha ao arquivo:&lt;/li&gt;  &lt;code&gt;$deb http://ppa.launchpad.net/starfall87/ubuntu jaunty main&lt;/code&gt;&lt;br&gt;  OBS: Altere o termo 'jaunty' pelo nome da sua versão do Ubuntu.  &lt;li&gt;Atualize a lista de pacotes no cache:&lt;/li&gt;  &lt;code&gt;$sudo apt-get update&lt;/code&gt;  &lt;li&gt;Instale o novo Wine&lt;/li&gt;  &lt;code&gt;$sudo apt-get install wine&lt;/code&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;Agora é só iniciar o jogo e entrar na Battle.net&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;Servidor da Battle.net&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Mesmo com qualquer uma das opções listadas acima, é possível que a Battle.net não funcione. Se este for seu caso, existe um truque para "dar um tranco" no jogo e fazê-lo funcionar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Escolha um servidor da Battle.net diferente do que já estava previamente selecionado e tente conectar. Se tudo correr bem, agora sim ele vai conectar. Agora volte para o servidor anterior e tente conectar novamente. Funciona!!!&lt;/p&gt;&lt;h1&gt;Melhorando a performance&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;Um dos problemas sérios ainda existente no Linux é o suporte das fabricantes de placas de vídeo em fornecer drivers open source de qualidade, que implementem todos os recursos das placas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Existem drivers open source para placas Intel, porem os mesmos não implementam a aceleração 3D corretamente. Para placas ATI, existe um driver, também open source, que implementa alguns recursos mas que não dá suporte a todas as placas, somente às mais novas. No caso das placas da Nvidia, existe um driver open source que não implementa os recursos 3D. A outra opção é utilizar o driver nativo. Este sim funciona bem, porém não é aderente à arquitetura de vídeo do Linux, o &lt;a href="http://dri.freedesktop.org/wiki/"&gt;DRI&lt;/a&gt; (direct rendering infrastructure)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Possuo uma placa onboard da ATI e esta nem sequer conseguiu iniciar o jogo. Eu utilizava um driver genérico instalado pelo próprio Ubuntu. Tentei trocar para o FGLRX, um driver mais específico que possui implementação 3D, porém não era suportado para minha placa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pesquisei e descobri que a melhor solução seria mesmo utilizar o driver proprietário da Nvidia. Resolvi então adquirir uma placa simples, GeForce 9400 (encontra-se até por R$100,00). Ao instalar a placa o Ubuntu imediatamente detecta e utiliza o driver open source. Este não resolve o problema. No entanto existe uma opção para utilizar drivers nativos. Basta ir em Sistema -&gt; Administração -&gt; Drivers de Hardware. Será listado que existem drivers nativos disponíveis mas que estão desativados. Ao ativá-los, os drivers serão baixados da internet, isto pode demorar alguns minutos. É só reiniciar o computador para concluir a instalação. Desta forma o jogo funciona perfeitamente, como se estivesse no Windows, sem nenhuma perda de performance perceptível.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma solução alternativa para aqueles que não tem uma placa Nvidia, é utilizar a opção &lt;code&gt;/opengl&lt;/code&gt; ao iniciar o jogo, porém não é garantido que irá funcionar, já que a aceleração 3D ainda depende da implementação do driver de vídeo.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-6438095738725852476?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/6438095738725852476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/12/jogando-warcraft-3-incluindo-battlenet.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/6438095738725852476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/6438095738725852476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/12/jogando-warcraft-3-incluindo-battlenet.html' title='Jogando Warcraft 3 (incluindo Battle.Net) no Linux'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-5819942040728662514</id><published>2009-11-24T09:24:00.000-08:00</published><updated>2009-11-24T10:18:23.415-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sudo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='programas'/><title type='text'>Como instalar programas no Ubuntu (parte 2)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Relembrando o último post sobre instalação de programas no Ubuntu, vimos que este possui uma central de aplicativos que facilita muito o processo de instalação de novos softwares. Porém esta interface não é completa, pois não permite instalar bibliotecas e outros aplicativos que não sejam considerados como produto final para o usuário.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma outra alternativa bem prática, porém um pouco mais avançada que a Central de Aplicativos é o Synaptic. Para executar o Synaptic vá em Sistema -&amp;gt; Administração -&amp;gt; Gerenciador de Pacotes Synaptic. Ao abrir será apresentada uma tela com uma lista de todos os pacotes existentes no repositório.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta listagem é composta de todos os pacotes existentes no repositório oficial do Ubuntu e em todos os outros repositórios registrados. Por padrão, apenas o repositório oficial do Ubuntu já vem registrado, mas é possível adicionar outros. Lembra-se do post "&lt;a href="http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/aparando-as-arestas.html"&gt;Aparando as arestas&lt;/a&gt;" que mostrava como instalar pacotes do Medibuntu e Wine? Ali eram exemplos de como adicionar novos repositórios à base de sua instalação do Ubuntu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por esta interface é possível localizar os pacotes através de seu nome ou alguma palavra chave, escolher os que deseja instalar e confirmar. Todo o resto do processo também será automatizado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tanto pela Central de Aplicativos quanto pelo Synaptic, é possível remover aplicações / pacotes que estejam instalados. Basta localizar o mesmo e desmarcá-lo. Todas as dependências que não forem mais utilizadas também serão removidas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os adeptos da velha linha de comando, bastante prática para quem já sabe usar, um terror para quem quer aprender, existe uma outra ferramenta para realizar a instalação / desinstalação de pacotes. É o &lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;apt-get&lt;/span&gt;. Seus principais comandos são:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace; text-align: justify;"&gt;sudo apt-get install &lt;nome_do_pacote&gt;&lt;/nome_do_pacote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace; text-align: justify;"&gt;sudo apt-get remove &lt;nome_do_pacote&gt;&lt;/nome_do_pacote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro instala um pacote e o segundo remove um pacote. O uso do &lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;apt-get &lt;/span&gt;requer que você já saiba o nome correto do pacote, uma desvantagem. No entanto ele é muito usado em tutoriais pela internet. Por se tratar de linha de comando, é muito mais fácil  explicar para as pessoas o que elas devem escrever do que indicar cada um dos lugares que elas tem que "clicar"...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OBS: Repare no uso do termo "&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;sudo&lt;/span&gt;". Ele indica que o próximo comando (&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;apt-get&lt;/span&gt;) deve ser executado com privilégios de administrador, portanto você deve informar a senha do usuário autenticado (apenas se este tiver permissão de administrador). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem diversas outras aplicações que trabalham com os pacotes do Ubuntu, porém as apresentadas neste post são as mais comuns e provavelmente as únicas que você vai precisar utilizar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-5819942040728662514?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/5819942040728662514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/como-instalar-programas-no-ubuntu-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/5819942040728662514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/5819942040728662514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/como-instalar-programas-no-ubuntu-parte.html' title='Como instalar programas no Ubuntu (parte 2)'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-6912825660305563457</id><published>2009-11-17T18:12:00.000-08:00</published><updated>2009-11-18T10:56:19.572-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='smart card'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='certificado digital'/><title type='text'>Autenticação no Firefox com Certificado Digital (Smart Card)</title><content type='html'>Cada vez mais sistemas utilizam autenticação através de Certificados Digitais(CD).&lt;br /&gt;Então ai vai um resumo para quem precisar acessar algum sistema &lt;i&gt;web &lt;/i&gt;que se utilize de autenticação com CD em smart cards....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o Mr. Renato ja citou em seus posts não existe no mundo Linux o bom e velho "NNF - Next Next Finish." que nos acostumamos no Windows. Então será necessário realizar algumas instalações manuais. Mas com o Synaptic esta tarefa se torna bem mais fácil.&lt;br /&gt;As instalações em si, são fáceis de fazer, o X da questão é saber quais pacotes instalar.&lt;br /&gt;A ver do Ubuntu utilizada foi a 9.10 e o Firefox 3.5.3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1 - &lt;/b&gt;Instalar o modulo PC/SC (Personal Computer/Smart Card) que é uma especificação para a integração do PC com o smart card. A implementação &lt;i&gt;free &lt;/i&gt;mais usada no mundo Linux é o PC/SC Lite.&lt;br /&gt;Pacotes a serem instalados (via synaptic ou apt-get)&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;pcscd&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;libpcsclite1&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;libpcsclite-dev&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;OBS: caso precise da versão mais atual será necessário baixar direto do &lt;a href="https://alioth.debian.org/frs/?group_id=30105"&gt;site&lt;/a&gt;. Mas a versão disponível nos repositórios oficiais do Ubuntu 9.10 deve funcionar para a maioria dos casos.&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2 - &lt;/b&gt;Instalar o driver da leitora SmartCard&lt;br /&gt;Não irei detalhar esta etapa pois com certeza vai variar para cada caso a depender da marca da leitora e versão de driver. No meu caso (DK OMNikey 3021) foi bem simples, acessei o site do fabricante e baixei o driver em formato .tar.gz.  O instalador do driver geralmente só conclui a instalação&lt;br /&gt;ao verificar que o PS/SC esta sendo executado. Para verificar a instalação do PCSC digite no terminal*:&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;ps -e | grep pcsc&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;se estiver tudo OK deverá aparecer:&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;16726 ?        00:00:00 pcscd&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;3 - &lt;/b&gt;Instalar o PAM - PKCS#11&lt;br /&gt;Public-Key Cryptography Standards (PKCS) é uma família de padrões que define uma API para tokens como HSM e Smart Cards.&lt;br /&gt;Pacotes a serem instalados (via synaptic ou apt-get)&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;libpam-pkcs11&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;gnupg-pkcs-scd&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;libpam-p11&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4 - &lt;/b&gt;Instalar o plugin Firefox&lt;br /&gt;Por fim o plugin para acesso do Mozilla ao smart card&lt;br /&gt;Pacote a ser instalado (via synaptic ou apt-get)&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;mozilla-opensc&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;*Para uma verificação mais detalhada dos módulos que precisaremos sugiro utilizar o &lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;esteidutil&lt;/span&gt;, ou qualquer outro programa de acesso a smart cards.&lt;br /&gt;No &lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;estidutil &lt;/span&gt;vá na opção &lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;Help/Diagnostic&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Será listado um relatório contendo as pendências caso existam. (Como por exemplo se o modulo PKCS11 estiver faltando será exibido ai)&lt;br /&gt;-Caso o PC/SC não esteja funcionando corretamente será exibida uma mensagem assim que o &lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;estidutil &lt;/span&gt;for executado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-6912825660305563457?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/6912825660305563457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/autenticacao-no-firefox-com-certificado.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/6912825660305563457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/6912825660305563457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/autenticacao-no-firefox-com-certificado.html' title='Autenticação no Firefox com Certificado Digital (Smart Card)'/><author><name>Elson Travassos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_XekNczXVqwM/SwPrcAc0qRI/AAAAAAAAAlk/lL2CYALrr50/S220/P1090663.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-8631019041832169318</id><published>2009-11-16T17:53:00.000-08:00</published><updated>2009-11-16T17:53:17.928-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='programas'/><title type='text'>Como instalar programas no Ubuntu</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando tive meu primeiro contato com o Linux, com o Corel Linux, meu primeiro problema não foi nem configurar corretamente todos os meus dispositivos do computador. Foi algo aparentemente, para quem vem do mundo Windows, muito mais simples: instalar novos programas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto na maioria dos programas para Windows os desenvolvedores / fabricantes fornecem instaladores que realizam todo o "trabalho sujo" de copiar arquivos, criar pastas, atalhos no menu iniciar, configurar o registro, etc, no Linux isto nem sempre é verdade. Talvez pela própria filosofia e licença de muitos softwares livres, estes nem sequer são distribuidos compilados! Na época, tive sérios problemas para conseguir botar para funcionar programas simples como um descompactador de arquivos ou um visualizador de imagens.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era necessário primeiro descompactar o código fonte do programa, compilá-lo, colocá-lo nas pastas corretas e finalmente executá-lo (cruzando os dedos para funcionar).&amp;nbsp; O detalhe é que na maioria das vezes o processo engasgava na etapa de compilação. O programa necessitava de bibliotecas externas, não fornecidas por ele, e que eu também não tinha no meu computador. Restava então procurar esta biblioteca na internet e baixar. Assim como o programa que eu queria instalar, a biblioteca também não vinha compilada, e quanto eu tentava compilá-la, a mesma reclamava de dependência de uma outra biblioteca não encontrada. Isto formava um ciclo, que em um determinado momento tinha um fim, que normalmente era o da minha paciência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este tipo de arquitetura seguida pelos desenvolvedores Linux, dificultava e até mesmo eliminava seu uso por pessoas que não tinham conhecimento profundo de suas bibliotecas (meu caso). Não queria ficar perdendo tempo naquele momento com detalhes de dependências quando meu foco era utilizar o programa desejado, o mais rápido possível.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o passar dos anos as distribuições foram evoluindo e começaram a solucionar este problema com uma proposta bem interessante. Elas criaram repositórios centrais de programas e bibliotecas onde o usuário pudesse facilmente escolher o programa que desejava utilizar e com alguns comandos tudo estaria instalado. As dependências são resolvidas dinamicamente. É desta arquitetura que o Ubuntu se beneficia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para usuários mais leigos e que não querem se aprofundar muito no sistema de pacotes das distribuições baseadas no Debian (Ubuntu é uma delas), o Ubuntu criou uma Central de Aplicativos que agrupa todas as aplicações disponíveis em seu repositório. A central pode ser acessada através do menu &lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;Aplicativos -&amp;gt; Central de Aplicativos&lt;/span&gt;. Lá você faz buscas pelo programas através de palavras chaves ou pode ir caminhando pelas diversas categorias existentes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na grande maioria das vezes, esta central será suficiente para instalar os programas. No entanto ela apenas localiza aplicações finais para o usuário. Se você precisar instalar alguma biblioteca, não poderá utilizar esta interface. Mas isto fica para o próximo post.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-8631019041832169318?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/8631019041832169318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/como-instalar-programas-no-ubuntu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/8631019041832169318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/8631019041832169318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/como-instalar-programas-no-ubuntu.html' title='Como instalar programas no Ubuntu'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-6958286751839745231</id><published>2009-11-15T05:32:00.000-08:00</published><updated>2009-11-15T05:32:43.967-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='linguagil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='windows'/><title type='text'>Linux no LinguÁgil 2009</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ontem estive no evento LinguÁgil 2009 que teve como proposta mostrar as tendências de linguagens como Java, Php e Ruby além de divulgar e disseminar o conhecimento sobre metodologias ágeis. Ocorreram diversas palestras, algumas bem interessantes, outras nem tanto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um ponto curioso que observei durante as apresentações foi o sistema operacional utilizado pelos palestrantes. A grande maioria deles tinham notebooks com o Linux instalado, mais especificamente o Ubuntu! Apenas um deles tinha o Windows XP (que inclusive para mim foi a melhor apresentação, mas isto não tem nada a ver com o SO).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este palestrante durante a apresentação teve alguns problemas para colocar um exemplo para funcionar e a plateia brincou dizendo que o problema era do Windows. Chegou-se à conclusão que o problema era da aplicação e não do Windows. Seu notebook era um Dell e ele justificou que havia comprado a pouco tempo e que o mesmo vinha obrigatoriamente com o Windows, naturalmente pagando por isto. Não tenho nada contra o Windows, mas esta prática de "venda casada" que a Microsoft juntamente com diversos fabricantes impõem sobre os clientes é um completo absurdo. Por sorte parece que é possível comprar um computador da Dell sem o Windows, mas para isto você deve ligar diretamente para eles e &lt;b&gt;exigir&lt;/b&gt; isto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após o episódio do Windows, algumas pessoas comentaram que caso o mesmo palestrante tivesse aberto seu notebook num evento, por exemplo do &lt;a href="http://www.fisl.org.br/"&gt;Fisl&lt;/a&gt;, este seria vaiado publicamente! Tudo bem, utilizar um software proprietário num evento de software livre é um pouco paradoxal. Um frequentador do Fisl relatou que uma menina inocentemente iniciou uma máquina virtual do Windows (dentro do Linux) no momento em que um passante observou o fato e alertou-a: "Feche isto agora mesmo!"... Isso foi numa máquina virtual, imagine se fosse na física!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Exageiros à parte, para mim qualquer tipo de preconceito, incluindo o do fato de outra pessoa estar utilizando um SO diferente do seu, é repugnante. Não é porque o Linux segue uma filosofia, digamos, mais "democrática" que ele vai ser melhor que seus concorrentes em todos os pontos. O Windows, no meu ponto de vista, nunca vai sofrer de um problema que o Linux sofre desde suas origens (apesar de ter melhorado muito): Existem diversos "padrões" para um mesmo fim no Linux. Muitos padrões é tão confuso quanto padrão nenhum...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-6958286751839745231?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/6958286751839745231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/linux-no-linguagil-2009.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/6958286751839745231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/6958286751839745231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/linux-no-linguagil-2009.html' title='Linux no LinguÁgil 2009'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-1807596725082171245</id><published>2009-11-13T07:19:00.000-08:00</published><updated>2009-11-15T07:06:39.898-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='programas'/><title type='text'>Programas Windows x Linux</title><content type='html'>Uma lista dos principais programas do Windows com seus correspondentes para Linux, divididos por categorias. Vai lhe ajudar na hora de executar aquela tarefa rotineira do Windows no Linux.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table class="tabela"&gt;&lt;thead&gt;&lt;tr&gt;              &lt;th width="20%"&gt;Categoria&lt;br /&gt;&lt;/th&gt;              &lt;th width="40%"&gt;Windows&lt;br /&gt;&lt;/th&gt;              &lt;th width="40%"&gt;Linux&lt;br /&gt;&lt;/th&gt;          &lt;/tr&gt;&lt;/thead&gt;      &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;              &lt;td&gt;Escritório&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;Microsoft Office&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;OpenOffice / BrOffice&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;          &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;              &lt;td&gt;Navegador&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;Internet Explorer&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;Firefox&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;          &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;              &lt;td&gt;Música&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;Windows Media Player&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;Rhythmbox&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;          &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;              &lt;td&gt;Vídeos&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;Windows Media Player&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;Totem / VLC / Mplayer&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;          &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td&gt;Edição de Imagem&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;Photoshop&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;Gimp&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;          &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td&gt;Edição de Texto&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;Notepad&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;GEdit&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;          &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td rowspan="2"&gt;Gravação de CD/DVD&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td&gt;Você usava o nativo do Windows?&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td&gt;Brasero / k3b&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;        &lt;td&gt;Nero&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td&gt;Nero Linux&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;              &lt;td&gt;Navegador de arquivos&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;Windows Explorer&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;Nautilus&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;          &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;              &lt;td&gt;(des)Compactador de arquivos&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;Você usava o nativo do Windows?&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;Archive Manager&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;          &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;              &lt;td&gt;Gerenciador de Fotos&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;Microsoft Live Photo Gallery&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;td&gt;F-Spot&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;          &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;  &lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Lembrando que os programas são apenas sugestões. Existem diversas outras opções. Estes são os que  mais se adequaram para mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-1807596725082171245?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/1807596725082171245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/programas-windows-x-linux.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/1807596725082171245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/1807596725082171245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/programas-windows-x-linux.html' title='Programas Windows x Linux'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-6567235150711783771</id><published>2009-11-12T18:45:00.000-08:00</published><updated>2009-11-24T10:18:59.765-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='grub'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='medibuntu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wine'/><title type='text'>Aparando as arestas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após concluir a instalação do Ubuntu e reiniciar o computador, fui apresentado à tela de boot do Grub. Tem algumas opções de inicialização do Ubuntu, modo de segurança, teste de memória e iniciar o Windows. Nenhuma dificuldade aqui, é só escolher o Ubuntu. Cuidado para não apertar a tecla de seta para a direita, pois é a mesma coisa que apertar ENTER.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Ubuntu é iniciado (bem rapidamente por sinal)&amp;nbsp; já com todos os principais programas instalados. Nada de ficar perdendo mais tempo instalando o office (ele vem com o OpenOffice, mas pode ser facilmente convertido para BrOffice), Firefox, media player, etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 style="text-align: justify;"&gt;Medibuntu&lt;/h1&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembra da questão que eu falei no post de instalação, que o Ubuntu não toca DVDs protegidos por padrão? Por questões legais, o Ubuntu não pode disponibilizar em sua distribuição padrão o código responsável por fazer a leitura dos DVDs protegidos. Este código requer royalties, e isto vai de encontro com o a &lt;a href="http://www.ubuntu.com/community/ubuntustory/philosophy"&gt;proposta&lt;/a&gt; do Ubuntu. Mas nem tudo está perdido. Existe um repositório (este conceito será explicado em outro post) chamado &lt;a href="http://www.medibuntu.org/"&gt;Medibuntu&lt;/a&gt; que disponibiliza programas que não poderiam ficar no repositório padrão do Ubuntu. Um destes programas é o responsável por fazer a leitura dos DVDs "protegidos".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para instalar os programas disponíveis no Medibuntu, é necessário registrar o repositório nesta instalação do Ubuntu. Para tal, siga os passos definidos em "&lt;a href="http://help.ubuntu.com/community/Medibuntu"&gt;Repository Howto&lt;/a&gt;" -&amp;gt; Adding the Repository. Nesta mesma página existe um tópico chamado "Playing Encrypted DVDs" que mostra como instalar a biblioteca responsável por realizar a decodificação dos DVDs protegidos. Além disto é interessante instalar os codecs para vídeos de formato não nativos do Linux (basicamente formatos proprietários da Microsoft). Siga os passos definidos em "Playing Non-Native Media Formats"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este repositório também possui uma versão do Skype tanto para 32bits quanto para 64. Aconselho a instalação do Skype a partir deste repositório.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 style="text-align: justify;"&gt;Wine&lt;/h1&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É possível executar programas feitos para o Windows no Linux. Isto acontece graças a uma ferramenta chamada WINE. Por padrão ela não vem instalada no Ubuntu, mas eu acho interessante instalá-la mesmo que você não pretenda inicialmente executar nenhum programa do Windows. Sempre tem um programinha que pode salvar sua vida em uma tarefa mas só existe versão para Windows...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É possível instalar o Wine do repositório padrão do Ubuntu, mas se você desejar a versão mais nova (nem sempre estável) é necessário adicionar o repositório do próprio Wine. Siga os passos descritos em &lt;a href="http://www.winehq.org/download/deb"&gt;http://www.winehq.org/download/deb&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estes são alguns dos ajustes que eu acho que vale a pena fazer em qualquer instalação do Ubuntu. A partir dai você instala os programas que preferir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-6567235150711783771?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/6567235150711783771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/aparando-as-arestas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/6567235150711783771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/6567235150711783771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/aparando-as-arestas.html' title='Aparando as arestas'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-7473613506915392882</id><published>2009-11-11T16:28:00.000-08:00</published><updated>2009-11-11T16:28:53.469-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sistema de arquivos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='montagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='linux'/><title type='text'>O Sistema de Arquivos do Linux</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No post anterior eu falei sobre pontos de montagem das partições no Linux. Afinal, o que são os pontos do montagem? Para explicar isto, farei antes uma introdução sobre o sistema de arquivos do Linux.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Windows por padrão cria uma letra de unidade para cada dispositivo de armazenamento que você possui no computador. Mais especificamente, para cada partição (que ele reconhecer) dos dispositivos. Não existe uma raiz que unifique todas estas unidades, apesar do Windows Explorer mostrar o "Meu Computador" como raiz, isto é fictício (afinal não se pode gravar nenhum arquivo ali dentro). Para uma pessoa que já está acostumada com esta estrutura, a mudança para o Linux pode ser um choque.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O paradigma é outro no Linux. Esqueça o que você aprendeu no Windows, isso só vai lhe atrapalhar. Inicialmente vamos pensar de maneira abstrata, sem vincular os dados a uma unidade de armazenamento.&amp;nbsp; A estrutura padrão do sistema de arquivos do Linux é (com variações):&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;&lt;b style="color: blue; font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;/&lt;/b&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt; &lt;/span&gt;- Simboliza a raiz. Efetivamente existe uma raiz única, onde arquivos podem ser gravados (apesar de não aconselhável). Dentro desta raiz existem diversos diretórios como:&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b style="color: blue; font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;/boot&lt;/b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;- Contém os programas responsáveis pela carga do sistema operacional, além dos programas para permitir o multi boot (como o &lt;a href="http://www.gnu.org/software/grub/"&gt;Grub &lt;/a&gt;no caso do Ubuntu).&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b style="color: blue; font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;/home&lt;/b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;- Contém os perfis dos usuários do Linux. É o equivalente ao "Documents and Settings" do Windows;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b style="color: blue; font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;/usr&lt;/b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;- Contém todos os programas instalados. É parcialmente equivalente ao "Arquivos de Programas" do Windows;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;/etc&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; - Contém os arquivos de configuração dos programas instalados. São configurações globais. As específicas para cada usuário ficam dentro de&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt; /home/&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;[usuário]&lt;/span&gt;;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;/mnt&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; - Local padrão para a montagem de novos dispositivos no sistema. No Ubuntu o local padrão é &lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;/media&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;/root&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;- O usuário administrador do sistema, chamado de 'root' no Linux tem seus arquivos de configuração guardados nesta pasta e não em &lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;/home&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;/var &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;- Armazena os arquivos de logs do sistema e das aplicações, além de outros eventos ocorridos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estes diretórios e arquivos não podem ficar "flutuando" no seu computador. Eles precisam ser armazenados em algum dispositivo de memória. É justamente ai que entra o conceito de ponto de montagem, visto durante a instalação. O ponto de montagem indica onde determinada parte do sistema de arquivo será "montado".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Exemplificando:&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na instalação eu indiquei que '&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;/&lt;/span&gt;' (raiz) seria montada na partição denominada Linux. Significa dizer que toda esta estrutura mostrada acima estaria armazenada fisicamente nesta partição. É obrigatório um ponto de montagem para a raiz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fomos além: indiquei também que o diretório '&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;/home&lt;/span&gt;' seria montado na partição denominada Home. Ou seja, quando o usuário navegasse para esta pasta, ele na verdade estaria consultando os arquivos fisicamente armazenados na partição Home.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não parou por ai! Lembra da partição do Windows? O conteúdo desta partição seria montado no diretório &lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;/windows&lt;/span&gt;, que nem existia originalmente! Se o usuário consultar os dados de &lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;/windows&lt;/span&gt; ele na verdade estará buscando os arquivos na partição Windows.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E se você colocar um CD-ROM ou conectar um pendrive, o que acontece? No caso do Ubuntu, ele irá automaticamente montar este dispositivo dentro de &lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;/media/[nome_dispositivo]&lt;/span&gt; e desta forma quando você consultar seus dados, estará fazendo a leitura diretamente no dispositivo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde o pré-histórico Windows 3.1 ou até mesmo do DOS, quando você colocava um disquete (daqueles bolachão) ou um CD-ROM (coisa moderníssima na época) o sistema fazia a montagem automática do dispositivo, você só precisava acessar a letra da unidade certa e pronto! Por isso que quem sempre usou o Windows (meu caso) achava que esta história de montagem era loucura do Linux. O problema é que este último nem sempre fez a montagem automática. Nos primórdios era necessário digitar longas linhas de comando para montar um CD-ROM e fazer sua leitura. E pior, para retirá-lo do drive, antes era necessário desmontar! Bons tempos...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só mais uma curiosidades antes de terminar o post. Onde você acha que o Linux fez a montagem do sistema de arquivos quando foi iniciado pelo LiveCD? Em sua memória RAM! Esta arquitetura é tão flexível que pode-se monta-la até num dispositivo de rede!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se você quiser saber mais: &lt;a href="http://www.linfo.org/mounting.html"&gt;http://www.linfo.org/mounting.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-7473613506915392882?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/7473613506915392882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/o-sistema-de-arquivos-do-linux.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/7473613506915392882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/7473613506915392882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/o-sistema-de-arquivos-do-linux.html' title='O Sistema de Arquivos do Linux'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-3959043146704617768</id><published>2009-11-10T19:05:00.000-08:00</published><updated>2009-11-10T19:11:48.250-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='partição'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='instalação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='linux'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hibernação'/><title type='text'>Instalando o Ubuntu (de fato)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de ser apresentado ao Ubuntu (uma ótima apresentação por sinal), decidi instalá-lo. Isso pode ser feito de duas formas:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;Executando a instalação direto do CD (sem iniciar o LiveCD);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Iniciando o LiveCD e então executando a instalação;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem outras formas, mas estas são as principais. Aconselho usar a segunda opção. Enquanto o Ubuntu é instalado, você pode até mesmo ficar navegando na internet, que beleza! Adeus àquelas instalações chatas do Windows onde você tem que ficar até uma hora esperando terminar sem poder fazer mais nada...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existe um ícone na área de trabalho para iniciar a instalação. Não vou ficar detalhando a instalação pois a intenção não é ser um passo a passo, e sim mostrar pontos de atenção para evitar dores de cabeça futura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Telas do instalador: &lt;a href="https://help.ubuntu.com/community/GraphicalInstall"&gt;https://help.ubuntu.com/community/GraphicalInstall&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As primeiras telas pedem informações simples como lingua da instalação, localidade, padrão de teclado, etc. Na maioria dos casos tudo já vem certo. Quando não, é só ajustar. A próxima tela é a mais importante: particionamento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu já era usuário do Windows XP e não pretendia removê-lo. A própria instalação do Ubuntu já detectou que eu possuia o Windows XP instalado, porém a sugestão inicial dele é apagar tudo e instalar por cima (sutil ele...). Não era bem isto que eu queria. Então a solução é instalar o Linux com o recurso de dual boot.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para tanto, foi necessário organizar as partições do meu disco de forma que tanto o Windows quanto o Linux convivam no mesmo HD sem um interferir na vida do outro. Eu organizei as partições da seguinte forma, como mostra a figura abaixo:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/SvnGhdGF3ZI/AAAAAAAAAqQ/PQNmBwWDDNk/s1600-h/particoes.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/SvnGhdGF3ZI/AAAAAAAAAqQ/PQNmBwWDDNk/s400/particoes.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho um disco com 500GB divididos da seguinte forma:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;50GB para Windows. Primeira partição do disco, pois o Windows já estava instalado. Aconselho deixar o Windows sempre como primeira partição, alguns programas podem apresentar problemas se o Windows ficar instalado em um drive diferente do 'C'. O sistema de arquivos é o NTFS (se este não for o seu caso não tem problema, mas pense numa mudança). Utilizei o ponto de montagem '/windows' (calma, eu vou explicar o que é nos próximos posts), mas não é obrigatório, apenas pode facilitar as coisas futuramente;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;50GB para Linux. É aqui que será instalado o Ubuntu propriamente dito. Dê preferência ao sistema de arquivos ext4, que é o mais moderno para Linux. O ponto de montagem é '/' (este é obrigatório);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;400GB de estendida. Em linhas gerais é uma partição virtual que agrupa outras partições.&amp;nbsp; Para aprender mais leia &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parti%C3%A7%C3%A3o"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;398GB para Home. Esta será a partição dos arquivos pessoais e de configuração de cada usuário que utilizará o Linux. Dê preferência também ao sistema de arquivos ext4. O ponto de montagem é '/home' (daí a sugestão de nome da partição);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;2GB para Swap. Diferente do Windows que utiliza a memória virtual como um arquivo (oculto), o Linux precisa de uma partição dedicada para tal. O tamanho desta partição é discutível, depende muito da quantidade de memória RAM que seu computador possuir. Alguns dizem que quanto menos memória RAM você tiver, mais você vai precisar para Swap, e vice-versa. Eu digo que isto é verdade se você não pretende usar o recurso de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hibernate_%28OS_feature%29"&gt;hibernação&lt;/a&gt;. O Linux guarda o conteúdo da memória RAM na partição de swap durante a hibernação. Se o seu swap não tiver tamanho suficiente, a hibernação não funcionará. O sistema se arquivos é o swap. Não existe ponto de montagem;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você pode organizar as partições utilizando o próprio instalador do Ubuntu (um pouco confuso) ou pode fazer melhor: antes de iniciar a instalação vá em &lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;"&gt;Sistema -&amp;gt; Administração -&amp;gt; GParted (Editor de Partições).&lt;/span&gt; Com ele você pode mexer nas suas partições à vontade. Não vou explicar como usar, existem diversos tutoriais na internet, google it!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois é só preencher mais algumas informações pessoais e sobre o usuário inicial do sistema. Coloque uma &lt;a href="http://www.microsoft.com/brasil/athome/security/privacy/password.mspx"&gt;senha forte&lt;/a&gt; (acredite o link é da Microsoft), mas trate de não esquecê-la depois! &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aguarde alguns minutos até que os arquivos sejam copiados e pronto, reinicie o computador (não esqueça de tirar o CD).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você será mais um feliz usuário do Ubuntu... ou não...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-3959043146704617768?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/3959043146704617768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/instalando-o-ubuntu-de-fato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/3959043146704617768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/3959043146704617768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/instalando-o-ubuntu-de-fato.html' title='Instalando o Ubuntu (de fato)'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/SvnGhdGF3ZI/AAAAAAAAAqQ/PQNmBwWDDNk/s72-c/particoes.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-5956869231673570918</id><published>2009-11-09T18:17:00.000-08:00</published><updated>2009-11-10T19:07:42.151-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='instalação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='linux'/><title type='text'>Instalando o Ubuntu</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se você quer dar uma chance ao Linux, os passos descritos neste post podem evitar muitas dores de cabeça no futuro. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dando inicio aos trabalhos com o Linux, o primeiro passo é, naturalmente, instalá-lo... ou será que não? Na verdade por experiência própria eu aconselho não instalar o Ubuntu sem antes testá-lo. Mas como?! Muito simples, com o cd de instalação do mesmo é possível "rodar" o Linux sem ter que instalá-lo! Este recurso é chamado de LiveCD, algo que não existe no Windows.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os LiveCDs já existem no mundo Linux a bastante tempo. Não é exclusividade do Ubuntu. Distribuições como o &lt;a href="http://www.knoppix.net/"&gt;Knoppix&lt;/a&gt; e a brasileira &lt;a href="http://www.gdhpress.com.br/kurumin/"&gt;Kurumin&lt;/a&gt; (descontinuado) são dois grandes exemplos. Um LiveCD é uma excelente maneira de você verificar se determinada distribuição atende às suas necessidades, sem ter todo o trabalho da instalação, para depois ter o desprazer de constatar que ela não prestava para você (o que aconteceu comigo 2x).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Coloquei o CD do Ubuntu e iniciei o computador a partir deste, o LiveCD entra em ação. Um menu com diversas opções de linguas é apresentado (uma vantagem do Ubuntu em relação a outras distribuições). Você escolhe a que se sentir mais confortavel e continua. Diversas opções serão apresentadas, dentre elas a de iniciar o computador sem alterar suas configurações (esta é a opção do LiveCD).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de alguns minutos de espera o sistema é finalmente carregado. Minhas experiências passadas com o Linux foram traumatizantes, principalmente no que diz respeito a configuração de som, video, rede e qualquer outro dispositivo de hardware. Sem contar na hora de instalar novos programas, mas isso fica para depois. Pasmem, o Ubuntu detectou e configurou corretamente absolutamente tudo que meu computador possuia, até mesmo o bluetooth!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fiquei "brincando" com ele por algumas horas. Incrível como era facil de usar (e que as aparências enganam). Fiz diversos testes: acessei a internet, ouvi música, toquei filmes (divx) e DVDs (epa! este não funcionou!!!). Estava bom demais pra ser verdade. Vou detalhar isto mais à frente, mas para adiantar o assunto, o Ubuntu não toca por padrão DVDs com regiões, somente os livres, porém isto é facilmente resolvível (ufa).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resolvi apelar e testar algo que tinha certeza que não iria funcionar em nenhuma distribuição Linux. Tenho um celular Sony Ericsson K750 que para conectar no Windows preciso instalar uma meia dúzia de drivers. Imaginei então que este fatalmente não funcionaria no Linux. "Quebrei a cara". Foi só conectar o cabo de dados na interface USB do computador que o Ubuntu não só detectou o celular como já exibiu seus arquivos, além de detectar o modem! Tudo isto sem precisar instalar um driver sequer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Testei também coisas mais "simples" como pendrives e ipod, todos funcionaram tranquilamente. Faça uma lista de todos os periféricos que você tem, desta forma não esquecerá de testar nada antes de instalar o Ubuntu (eu por exemplo esqueci da minha impressora!!!).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Passada a etapa de testes de compatibilidade de hardware, a parte de software não foi grande problema. Já estava acostumado a utilizar muitos softwares livres e a grande maioria deles também existe pra Linux. Sou um usuário do BrOffice a muitos anos, então esta passagem foi imediata. Também faça uma lista de tudo que você utiliza no seu dia a dia e procure na internet se existe uma versão para Linux do seu software preferido. Em último caso você pode utilizar o Wine (detalharei em outro post).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, vamos à instalação efetivamente... cenas dos próximos capítulos...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-5956869231673570918?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/5956869231673570918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/instalando-o-ubuntu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/5956869231673570918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/5956869231673570918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/instalando-o-ubuntu.html' title='Instalando o Ubuntu'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7656151888146746029.post-2131001792696077506</id><published>2009-11-09T12:05:00.000-08:00</published><updated>2009-11-09T12:05:57.710-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='linux'/><title type='text'>Um breve histórico</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Minha primeira aventura no mundo Linux foram a muitos anos atrás (1999) com o extinto CorelLinux. Relativamente facil de instalar, o CorelLinux a primeira vista pareceu uma boa alternativa ao Windows. O problema foi a inexistência de muitas aplicações que eu já utilizada no Windows para o Linux. Sem contar também o baixo suporte a hardware do mesmo. Tive sérios problemas para fazer uma simples configuração de vídeo. Estes fatores e outros menores me fizeram desistir do Linux poucos meses depois de instalado. Primeira derrota...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Alguns anos (em 2004) depois resolvi me aventurar novamente. Desta vez com o Slackware! (eu sei, não foi uma boa escolha). Como já era de se esperar não deu certo. Não que a distro não fosse boa. Até que era boa, só não era pra meu "bico". Para quem nunca usou o Linux e estava a costumado com as facilidades "visuais" do Windows, o Slackware pode virar um pesadelo. Basta visitar o site deles que você vai perceber que ele é "roots". A instalação era bastante problemática e depois de instalado acho que desta vez eu nem sequer consegui iniciar a interface gráfica... Segunda derrota.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Neste meio tempo eu já estava usando o Windows XP que apesar de seus problemas, para mim já estava ótimo. Comparando com seus predecessores (Windows Millenium e 98) ele era uma maravilha! Perdi a motivação para mudar para o Linux.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Somente este ano (2009) resolvi dar mais uma chance ao Linux. O Windows XP começou a ficar defasado e eu não estava disposto a encarar a "leveza" do Vista. Desta vez foi diferente. Procurei algo que se aproximasse ao máximo do Windows em termos de facilidade (não necessariamente no visual).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;" /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A distribuição escolhida por mim foi o Ubuntu. Não fiz nenhuma pesquisa detalhada sobre qual distro utilizar. Apenas ouvia as pessoas falarem bastante dele, que era bem fácil de usar, não precisava ficar digitando aquele mundo de textos na linha de comando, etc. Bom, mais tarde fui percebendo que as coisas ainda não são tão simples assim, mas fica para um próximo post.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Instalei o Ubuntu no meu Notebook. Comecei aos poucos mantendo uma máquina com dual boot (Windows e Linux). Na época era a versão 9.04. A partir dai os detalhes dos acontecimentos serão contados nos próximos posts. Mas já adiantando, o Ubuntu mostrou pra que veio e até agora estou muito satisfeito com ele (claro que enfrento vários problemas ainda).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7656151888146746029-2131001792696077506?l=blog.renatoccosta.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.renatoccosta.com.br/feeds/2131001792696077506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/um-breve-historico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/2131001792696077506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7656151888146746029/posts/default/2131001792696077506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.renatoccosta.com.br/2009/11/um-breve-historico.html' title='Um breve histórico'/><author><name>Renato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01580804957563545258</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_wTNRtmIQrKY/TQJcPwTdTZI/AAAAAAAABgo/AJtXzB4uOg8/S220/avatar1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
